Inocência

Zaaint

Me segura bem, me segura
Me segura bem, me segura
Me segura bem e não solta

Conhecendo o caos, enxerguei um pouco de mim
Próximo passo: Ter de aceitar-me
Me senti vazio sem ter o que sentir
No escuro choro, no claro bem sorrio

Mas nem sempre ela vem com boa intenção
É serpente, orquestrando o pior pra mim
E pra mente é o melhor
Mas será que realmente é? Nem sempre

Todos são monstros
Até quem diz ser humano
Só esperam seu tombo
Esse é o mal do ser-humano
No fim todos somos monstros
É o que eu sinto
Sem medo de dizer
Me dá medo sentir

O frio em cada passo
E cada compasso que passa me sinto em pedaços
Olhando pro espelho
Vejo o desfecho e esqueço o doce do veneno
Foi meu pecado
E se eu for tentado eu caio, sozinho eu sou fraco
Orando eu te peço
Tira do poço, abraça e não solta meu eu

Frio em cada passo
E cada compasso que passa me sinto em pedaços
Olhando pro espelho
Vejo o desfecho e esqueço o doce do veneno
Foi meu pecado
E se eu for tentado eu caio, sozinho eu sou fraco
Orando eu te peço
Tira do poço, abraça e não solta meu eu inocente

Me segura bem, me segura
Me segura bem, me segura
Me segura bem e não solta

Hoje eu conheço o caos
É igual um jardim regado pelo mal
Tão falso teu oásis

Onde há um limbo há extremidades da minha pureza
E o dia ainda vai chegar mas hoje eu entendo e tenho certeza
Que onde há um limbo há extremidades da minha pureza
E o dia ainda vai chegar mas hoje eu entendo e tenho certeza

Todos são monstros
Até quem diz ser humano
Só esperam seu tombo
Esse é o mal do ser-humano
No fim todos somos monstros
É o que eu sinto
Sem medo de dizer
Me dá medo sentir

O frio em cada passo
E cada compasso que passa me sinto em pedaços
Olhando pro espelho
Vejo o desfecho e esqueço o doce do veneno
Foi meu pecado
E se eu for tentado eu caio, sozinho eu sou fraco
Orando eu te peço
Tira do poço, abraça e não solta meu eu

Frio em cada passo
E cada compasso que passa me sinto em pedaços
Olhando pro espelho
Vejo o desfecho e esqueço o doce do veneno
Foi meu pecado
E se eu for tentado eu caio, sozinho eu sou fraco
Orando eu te peço
Tira do poço, abraça e não solta meu eu inocente


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