Pensei: Serei como aquela mulher
Que o bom perfume derramou
Tão precioso quando o vaso ela quebrou
Encheu a casa com a sua adoração
Se derramando aos pés do Senhor
Ela chorou e, com o coração
Se rendeu
Se rendeu
Eu sei, adoração é algo tão particular
Queria ser como a mulher que se rendeu
Mas, ajoelhada, descobri
O vaso era eu
Com lágrimas, derramei como perfume a minha adoração
Com gemidos, conversei com Cristo em oração
Ouvi a voz do Santo Espírito falando em meu coração
Queria ser quebrantada como a mulher que se rendeu
Mas, depois de ajoelhada, minha alma entendeu
Que o vaso de alabastro a ser quebrado era eu
Eu sei, adoração é algo tão particular
Queria ser como a mulher que se rendeu
Mas, ajoelhada, eu descobri
O vaso era eu
Santo Tu és
E esse vaso só terá valor quebrado aos Teus pés
Para perfumar a casa, reconheço, só Tu és
Santo, santo
Santo Tu és
E esse vaso só terá valor quebrado aos Teus pés
Para perfumar a casa, reconheço, só Tu és
Santo, santo
Sou a mulher que, ajoelhada, entendeu
Que o valor do que ofereço eu recebo de Deus
E o vaso de alabastro a ser quebrado aqui sou eu
Sou eu
Santo, santo
Reconheço, pois, minha alma entendeu
Que o vaso de alabastro a ser quebrado aqui sou eu
Sou eu
Santo Tu és
E esse vaso só terá valor quebrado aos Teus pés
Para perfumar a casa, reconheço, só Tu és
Santo, santo
Santo
Sou a mulher que, ajoelhada, entendeu
Que o valor do que ofereço eu recebo de Deus
E que o vaso de alabastro a ser quebrado aqui sou eu
Sou eu
Sou eu
Eu me rendo, Deus
Eu reconheço que Tu és santo
E que o vaso de alabastro a ser quebrado aqui sou eu
Para perfumar a casa, eu reconheço, Deus
Que o vaso de alabastro a ser quebrado aqui sou eu