No mundo longe eu andei, buscando o pão que não sacia
Com a porção que era minha, gastei na ilusão vazia
O prazer foi passageiro, a fome veio me encontrar
Entre os porcos deste mundo, lembrei do lar, quis voltar
Voltei pra casa, Pai, coberto de vergonha e dor
Mas Teus olhos já me viram, correndo com Teu amor
O anel, as vestes novas, o beijo que me restaurou
O bezerro foi cevado: Meu Pai me perdoou
Aleluia, hoje há festa, pois Teu filho retornou
Eu disse: Não sou mais digno de ser chamado Teu filho
Mas Tu calaste minhas culpas com Teu abraço bendito
Branham pregava com fogo: A graça não olha o passado
Só vê o sangue do Calvário, no altar já derramado
Voltei pra casa, Pai, coberto de vergonha e dor
Mas Teus olhos já me viram, correndo com Teu amor
O anel, as vestes novas, o beijo que me restaurou
O bezerro foi cevado: Meu Pai me perdoou
Aleluia, hoje há festa, pois Teu filho retornou
Irmão Branham proclamava: Há um sinal no caminho
É o Pai que espera atento, todo dia, Seu filhinho
Não importa o teu deserto, nem quão fundo foi teu poço
A Casa do Pai tá aberta, com perdão pra todo moço
Não escute o irmão mais velho, com religião sem vida
Que trabalha por salário, mas não conhece a alegria
O Pai quer misericórdia, não sacrifício vazio
Vem pra festa da aliança, lava-te neste rio
Voltei pra casa, Pai, e nunca mais vou me afastar
Teu Espírito me sela, ninguém pode me roubar
Com o anel da autoridade, Tua herança vou gozar
Na mansão que preparaste, contigo irei morar
Aleluia, hoje há festa, pois Teu filho retornou