O tempo, trindade absoluta
Passado, presente, futuro
Duas realidades, uma ficção
Meus olhos presenciam, transformam num instante
Fragmentos do futuro em imagens do passado
O futuro presunção humana, guarda o imaginário
O passado sem escolha, só lembranças
O presente testemunho, contraria a imaginação
Por um segundo transforma um sonho em decepção
O presente resistente, máquina do tempo
Registrador infame, goza do autor dos sonhos
Grava rapidamente no banco dos tolos
A prova
Ah se houvesse um botão no presente pra pausar
Quantas pausas eu daria?
Gozar, gozar
Gozaria