O capitalismo é um jogo sem regras
Onde o dinheiro decide quem é forte ou fraco
Uns vivem aquecidos à beira da lareira
Outros congelam na escuridão da rotina inteira
Bilhões fluem nas veias das corporações
Os sonhos dos pobres são pura ilusão, irmãos
Eles constroem palácios sobre os ossos do trabalhador
Como se a vida humana fosse só um produto de valor
Mas vemos suas mentiras, sentimos as chamas
Esse sistema apodrece, está coberto de lama
Cada um de nós é uma faísca capaz de incendiar
Vamos destruir seu trono pra poder respirar
Esse é o grito das ruas, o chamado do coração
Somos contra o sistema que nos devora como um leão
É hora de quebrar as correntes, erguer o punho
O capitalismo vai cair, esse é o nosso compromisso
Eles nos vendem sonhos no crediário
Mas na verdade, é só um ciclo precário
Trabalhe até o túmulo, esqueça a liberdade
Aqui tudo se mede pela bolsa da cidade
Prometem que o amanhã será melhor
Mas amanhã é só mais um nó na dor
Os ricos engordam enquanto os pobres afundam
Isso não é progresso, é armadilha profunda
Mas enxergamos através de suas palavras vazias
Nossa revolução não é fantasia
Não somos escravos do sistema ou do dinheiro
Chegou a hora da verdade, é o tempo certeiro
Esse é o grito das ruas, o chamado do coração
Somos contra o sistema que nos devora como um leão
É hora de quebrar as correntes, erguer o punho
O capitalismo vai cair, esse é o nosso compromisso
Ouve esse beat? É o som da revolta
Palavras são armas, quebramos a escolta
Nossas vozes ecoarão sem parar
O capitalismo vai ruir, é hora de mudar