Cupuaçu

Matheus Jettar

Cupu, fruta do norte da saudade
Quem sabe quando terei outra vez?

Aos tons e sons do escuro da serenidade
Em redes em meio às folhagens, tantas raridades

E vejo as luzes da cidade
O barco a virar a esquina da realidade
E vejo as luzes da cidade

E o doce mergulhar das tardes
Os contos loucos de outros aléns
Beirando as margens

O todo imenso como as águas
As raízes, as viagens
Ao interior de nossa humanidade

Cupu


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