PRÓLOGO

LÉVON

Mais um dia perdido pra insônia e eles falando na selva de rato
A verdade do GECKO que assombra o que emana a fumaça cinzenta do maço
Placas escritas não fume e não reze em tese é fuder com pescoço amarrado
Parece até direção do Scorsese do lobo que sonha em morrer afogado
Então me fala qual que é dessa linha
O rastro egoico e um semblante amassado
Diferença não existe do louco pro engravatado com a bíblia no rabo
Ainda vejo as luzes passando como se eu fosse um dos oito odiados
Um estranho trajado de preto capítulo um e versículo quatro
Angústia e o sabor cinzento da falta do choro e o grito abafado
Eu não sinto o sabor da falha, faca borboleta e o grave drenado
Não me aponta o foco da lança como se eu fosse o próprio culpado
Me aponta qualquer falha minha me fala uma pá que eu te mostro outro lado


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