Departamento da polícia
Alô, quem fala?
Eu sou o demônio que tá em frente a sua casa
Tá, da onde tu fala então?
Do inferno mais profundo desse teu conto de fada, irmão
Alô? Posso falar com o xerife da cidade?
Eu fui cruel com quem faz a crueldade
Não tô com paciência e já são 3 da madrugada
Foi difícil de encaixar esses corpos no porta-malas
Liberte-me dos meus pecados, pois eu tô cansado
De trabalhar e continuar enjaulado
Meu sangue corre