A Mulher e a Rosa

Francisco Alves

A vida é tão calma, a noite é serena
Por que choras tanto
Enxuga o teu pranto, formosa morena

A vida é tão calma, a noite é serena
Por que choras tanto
Enxuga o teu pranto, formosa morena

Será de alegria, quem sabe é desgosto
O pranto que eu vejo
Beijando o teu rosto

Mulher, tuas lágrimas
Caindo na estrada
Fizeram nascer a rosa encarnada

Será de alegria, quem sabe é desgosto
O pranto que eu vejo
Beijando o teu rosto

Mulher, tuas lágrimas
Caindo na estrada
Fizeram nascer a rosa encarnada

A vida é tão calma, a noite é serena
Por que choras tanto
Enxuga o teu pranto, formosa morena

A vida é tão calma, a noite é serena
Por que choras tanto
Enxuga o teu pranto, formosa morena


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