Marineres

Fernando Alva

Vovó Neres, me leva em seu Elias, quero doce
Ô Kita, leva Nando ali em Elias, Kita
Compra doce pra ele

Ouvi aquela canção
Com vestes que tão alvas são e me tocou
Falava de pureza e amor
E de roupas que brilham ao caminhar
Foi então que lembrei
Minhas avós, minhas raízes
As mulheres que me deram vida
Que em seus nomes carregam a fé e a lida

Agora sou Alva
Um nome que é luz e memória
Alva como as vestes do louvor
Alva como a história da minha família
Entre fé e amor, sigo assim
Alva! Alva! Guardando a vida que veio de mim

Alva Neres e Marinalva
O sangue da fé, o legado do amor
De cada ventre aberto, um caminho
De cada gesto, um sopro do Senhor
Não é coincidência, é bênção
O nome que me chama e me guia
Entre a canção e a vida
Um sobrenome de fé e poesia

Agora sou Alva
Um nome que é luz e memória
Alva como as vestes do louvor
Alva como a história da minha família
Entre fé e amor, sigo assim
Alva! Alva! Guardando a vida que veio de mim

Mais do que um nome, é lembrança
Mais do que um som, é confiança
Alva é fé, é família, é história
Alva é meu caminho, minha glória

Agora sou Alva
Um nome que é luz e memória
Alva como as vestes do Louvor
Alva como a história da minha família
Entre fé e amor, sigo assim
Alvaa! Alva! Guardando a vida que veio de mim

Vovó Marinalva, Vou passar as férias aí em Trancoso
Vem mesmo, Fernandinho, vem mesmo, pode vir


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