Não se vá, ao errar muitas vezes ao tentar
Calcinar, destruindo toda a sua terra com o mar
Não esqueça jamais
E tentei, sublimar ao botar a cabeça pra pensar
Por que, por que não para pra pensar?
A minha consciência não é má
Mas minha ciência é muito mais
Não dá mais pra soluçar
Não, não vai parar, no rubedo o violão
Por que, não evite putrefar
Rapaz, você
Alguém morre pra alguém viver
Vou silvar, a responsa não é mole pra aguentar
Eu sou núcleo de um universo a condensar
Por que, não consigo equilibrar
Que seja assim sempre
É a prática, a chave da dedicação
Contrição natural, do fogo a proporção
Quando tudo se organiza, a verdade se aplica rapaz, a paz
Só vai acontecer, quando cê entender, você!