Quase ao fim do século XX
A gigante fábrica de aço mudou de dono
De supostamente do povo
A um grupo de suposto requinte
Quase ao fim do século XX
A gigante fábrica de aço mudou de dono
De supostamente do povo
A um grupo de suposto requinte
Levaram juntos a usina e a meia cidade
Levaram junto milhares de sonhos
Levaram renda
Levaram a esperança
Trouxeram a princípio a agonia
De não ter que acordar cedo
Trouxeram muitas dúvidas
Trouxeram medo
Trouxeram a princípio a agonia
De não ter que acordar cedo
Trouxeram muitas dúvidas
Trouxeram medo
Quase ao fim do século XX
A gigante fábrica de aço mudou de dono
De supostamente do povo
A um grupo de suposto requinte
Quase ao fim do século XX
A gigante fábrica de aço mudou de dono
De supostamente do povo
A um grupo de suposto requinte
Levaram juntos a usina e a meia cidade
Levaram junto milhares de sonhos
Levaram renda
Levaram a esperança
Trouxeram a princípio a agonia
De não ter que acordar cedo
Trouxeram muitas dúvidas
Trouxeram medo
Trouxeram a princípio a agonia
De não ter que acordar cedo
Trouxeram muitas dúvidas
Trouxeram medo
Mas um gigante ferido ainda é um gigante
Curou as feridas, levantou a cabeça
E foi trabalhar
Povo vindo de índios, negros e imigrantes
Gente que nada tinha renascer das cinzas
Cinzas do Aço
Povo invencível, eterno, respirou fundo
Agora era morrer ou viver
Sentimento fraterno, cidade moderna
Pelo aço surgimos, o que há de ser, há de ser