Somente um louco pode voltar no passado
Apaixonado numa praia do futuro
É meio dia, o Sol a pino, a praia cheia
E eu buscando nas areias o rosto do meu amor
No cata-vento, no Chico do Caranguejo
Tem uma redoma no lugar que tu sentou
E é voz corrente pro povo da redondeza
Quando Deus fez a beleza, foi em tu que ele pensou (em tu que ele pensou)
(Pensou)
(Pensou)
(Pensou)
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Somente um louco pode voltar no passado
Apaixonado numa praia do futuro
É meio dia, o Sol a pino, a praia cheia
E eu buscando nas areias o rosto do meu amor
No cata-vento, no Chico do Caranguejo
Tem uma redoma no lugar que ela sentou
É voz corrente pro povo da redondeza
Quando Deus fez a beleza, foi nela que ele pensou, que ele pensou
(Pensou)
(Pensou)
(Pensou)
(Pensou)
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu
E lá vou eu gastando a sola do sapato
Correndo pelo asfalto
Voando como urubu, urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu
Urubu, urubu