Nas margens do rio, onde a floresta sussurra
As Amazonas guerreiras, Icamiabas valentes
Lutam contra os invasores, com arcos e flechas
Defendendo seu lar, sua liberdade, sua vida
Mas a história é cruel, a guerra é longa
Os Manáos caem, Ajuricaba some
A espada portuguesa, a flecha indígena
Um duelo desigual, um destino sombrio
O rio Amazonas, testemunha silenciosa
Das batalhas, das lágrimas, das vidas perdidas
A floresta chora, a história se desfaz
A luta continua, a resistência não morre