Nas profundezas do desespero, eu me afogo
Sem esperança, sem luz, sem saída
A escuridão me consome, me devora viva
Um inferno sem fim, um sofrimento eterno
A vida é um castigo, um tormento cruel
Um labirinto sem saída, um poço sem fundo
Eu sou um prisioneiro, um condenado
Um espectro sem alma, um morto-vivo
O tempo é um carcereiro, a morte é a chave
A liberdade é uma ilusão, um sonho distante
Eu estou perdido, eu estou só
No abismo do nada, eu me encontro