Melô de Um Jumento

Bacana

Olhando tudo isso, essa barbaridade
Um bando de jumento, burro, jegue sem cabresto
Que votam num ladrão, um condenado sem pudor
Se vendem a qualquer preço, o vale-gás pra cozinhar o que não tem
E o pão com mortadela mata fome de imbecis que alimentam o fanfarrão
Pior é observar o funk imundo que embala esses dementes, nem a boca tem mais dente
Ninguém dessa patota é diplomado e mal sabem escrever, eu sou um otário assumido
Se acham na razão e que são muito inteligentes
A mente corroída é só fumaça e mais nada
E o ditado já dizia: A vaca vai, mas o boi vai atrás
Como quadros ambulantes pintam a cara e o pescoço
Família não existe e ser cristão é muito triste
Assim a Pátria-mãe caminha em descompasso, sem futuro e sem estrada, e seu retrato é a escuridão

O que fazer?
Sei não
O que pensar?
Sei não
O que dizer pra essa corja de insensatos que em passos apressados nunca vão sair do chão?
Mal podem perceber, derrotados sem destino, e ainda juram que o painho é o salvador, é a salvação


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