No Sol que racha o meu solo
Me mantém seco igual meus olhos
E eu sofro nessa labuta
Preso nessa arapuca
E os calos nas mãos (carregados) com toda aflição
E evidenciam um destino inevitável
É impossível fugir, é improvável
Vidas secas!
Vidas secas!
Vidas secas!
Vidas secas!
Essa música é sobre os trabalhadores
Que diariamente entregam seu suor de baixo do Sol infernal da nossa terra
Perdendo suas vidas em horas excessivas de trabalho pesado
Em condições totalmente desumanas
Sem tempo para o lazer
Sem tempo para a família
Construindo castelos que nunca irão
Habitar!
Vidas secas!
Vidas secas!
Vidas secas!
Vidas secas!