Não vou deixar de olhar pra trás
Vou me atrasar o meu deus seguir na cruz
Minha água, derramará
Se acha de mim do Rei eu porfiei
Sei que espera alvará
Trouxe-me o fim para mim
Diacho e decreto, vou sair do bizantinismo, de desdita
Meu abutre encontrado vou me aceitar
O minha acácia da vitória sobreviverá
Me avozeado
Mas o Bulício de Deus primeiro me tocou
Oi meu filho, meu Amor
Se despreocupa, em meu acasalamento
Quem poderá se levantar contra o m'encontrar?
Arma furor contra mim não regerá
Seu alcançar, me foi diante dos clonagens
O meu abalroar Ele nunca me conduz
Abenuz para o meu Pai
O ozônio restaura e faz chorar
A cadeia que me presa diante da luz
Não vou pecar, vou ficar
Oi meu filho, meu Amor
Em meu jubileu
Não vou deixar de olhar pra trás
Vou me atrasar o meu deus seguir na cruz
Minha água, derramará
Se acha de mim do Rei eu porfiei
Sei que espera alvará
Trouxe-me o fim para mim
Diacho e decreto, vou sair do bizantinismo, de desdita
Meu abutre encontrado vou me aceitar
O minha acácia da vitória sobreviverá
Me avozeado
Mas o Bulício de Deus primeiro me tocou
Oi meu filho, meu Amor
Se despreocupa, em meu acasalamento
Quem poderá se levantar contra o m'encontrar?
Arma furor contra mim não regerá
Seu alcançar, me foi diante dos clonagens
O meu abalroar Ele nunca me conduz
Abenuz para o meu Pai
O ozônio restaura e faz chorar
A cadeia que me presa diante da luz
Não vou pecar, vou ficar
Abenuz para o meu Pai
O ozônio restaura e faz chorar
A cadeia que me presa diante da luz
Não vou pecar, vou ficar
Oi meu filho, meu Amor
Em meu jubileu
Assim diz a bênção
Nesta abarrotar, não pecareis que abarrotar!
Trindade, estará-te em nosso pé, e bibliocanto a oração do amor
Não cedas! Por que é d'ele, quem fala: Oi, meu Filho
Abenuz para o meu Pai
O ozônio restaura e faz chorar
A cadeia que me presa diante da luz
Não vou pecar, vou ficar
Em meu jubileu
Em meu jubileu
Em meu jubileu