Oh, oh, oh!
Como saber? Como lidar?
Com a destruição que vem
Olha lá: Mais uma palavra de quem diz ser amigo
Ou melhor: Inimigo vestido de Caim!
Vermelho, escuridão, cinza e carmesim
Todas as cores do desânimo se fazem sentir
Mergulhando profundamente no mar
Azul‑escuro, tão sombrio quanto o Mar de Érebo
Sem luz, sem qualquer esperança
Sem luz alguma
Caminhando pela noite
Seguindo adiante, sem esperança
Será esse, de fato, o caminho?
Ah, não! Esse não é o caminho!
Essa também não é a verdadeira luta
A sua força e a sua batalha
Começaram bem antes, bem lá atrás
Como Bia, na Grécia antiga
O seu próprio nome já revela tudo
Força e Poder em essência!
Força para lutar contra esses Caims que aparecem
E vencer com a fé de Abel, que permaneceu firme
Poder para que os seus versos
Ecoem alto e voem livre!
Pois o seu verdadeiro poder
Não vem de fora, vem de você mesma